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João Pessoa já teve 437 casos de tuberculose confirmados em 2019

Tuberculose
(Foto: USP Imagens)
Neste domingo (17) é lembrado o Dia Nacional de Combate à Tuberculose. A Secretaria de Saúde de João Pessoa alerta que neste ano já foram notificados 437 casos da doença na cidade. A rede municipal disponibiliza o teste rápido para detecção da tuberculose, assim como o seu tratamento de forma integral e gratuita.
    Geralmente causada por uma infecção derivada da bactéria Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK), a tuberculose afeta principalmente os pulmões e, em alguns casos, pode acometer outros órgãos, como rins, ossos e meninges, que são membranas que envolvem o cérebro.
    De acordo com a coordenadora da Área Técnica de Tuberculose e Hanseníase da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Eveline Vilar, a pessoa que estiver com tosse por mais de três semanas deve procurar uma unidade de saúde da família (USF) para consulta médica. “O exame é realizado através do escarro do paciente e, em João Pessoa, o resultado sai em 24 horas”, explicou.
    Caso o paciente seja diagnosticado com a doença, o tratamento, que tem duração de seis meses, acontece na própria USF, onde o usuário será acompanhado até o final. “O tratamento para tuberculose é realizado com um esquema específico de antibióticos e só existe na rede SUS”, afirmou.

    Sintomas da tuberculose

    Os principais sintomas da doença são: tosse seca ou com secreção por mais de três semanas, perda acentuada de peso, febre no final da tarde, sudorese noturna, cansaço excessivo, fraqueza, palidez, rouquidão e falta de apetite. Os casos mais graves de tuberculose apresentam sintomas como dificuldade na respiração, eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acúmulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão).

    Transmissão e prevenção

    A transmissão acontece de forma direta, ou seja, de pessoa para pessoa. Um indivíduo com tuberculose expele ao falar, espirrar ou tossir pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outra pessoa, contaminando-a. O estabelecimento da doença favorecido por fatores que geram baixa resistência orgânica, como uma má alimentação e o consumo de cigarro e bebidas alcoólicas.
    O risco de transmissão é maior entre pessoas que vivem em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar, sendo importante procurar sempre ambientes arejados. A tuberculose não se transmite por objetos compartilhados.
    Fonte: Portal Correio

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