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Secretários trocam farpas por retenção de macas

Hospital de Emergência e Trauma, na Capital - Foto: Divulgação

O problema da retenção de macas voltou a ocorrer no Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena e provocou uma troca de farpas, nesta terça-feira (30), entre os secretários de Saúde do Estado, Geraldo Medeiros, e o de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio.
Geraldo Medeiros alegou que a Prefeitura precisaria oferecer um número maior de equipamentos para atender a população. De acordo com ele, houve aumento nos atendimentos e, em alguns casos, os pacientes não podiam ser retirados da macas.
“A prioridade é salvar o paciente e não retirar ele das macas. É preciso saber que a Prefeitura tem apenas 14 ambulâncias para servir a mais de um milhão de pessoas. Acho que a Prefeitura deveria refazer os cálculos da disponibilidade de ambulâncias”, disse Geraldo Medeiros em entrevista ao programa Rádio Verdade, da Arapuan FM.
Entretanto, em entrevista ao mesmo programa, Adalberto Fulgêncio reagiu à afirmação de Medeiros e disse que a gestão municipal segue ordenamento do Ministério da Saúde. Ele acusou a gestão do Trauma por ter provocado a situação.
“O que aconteceu ontem foi um colapso do sistema por responsabilidade da direção do Hospital de Trauma. Quem tem que criar um plano de contingência para o fim de semana é o hospital. É o Trauma que tem que ter na sua reserva técnica de macas hospitalares, porque as marcas que são utilizadas nas ambulâncias são customizadas. Eu não posso ter marca reservas porque o encaixe é próprio de fábrica. Cada ambulância tem sua maca específica”, rebateu.
MaisPB

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